Exames e Procedimentos

Exame que visa obter uma medida aproximada do grau do olho do paciente.

É indolor, realizado pelas auxiliares do médico oftalmologista antes do início da consulta, feito por computador, sendo complementado pela avaliação do médico.
Consulta oftalmológica – Objetiva uma avaliação geral da saúde ocular do paciente, incluindo medida da visão, refração ou medição do grau do paciente, medida da pressão ocular, avaliação do segmento anterior do olho, e estudo do fundo do olho do paciente.

Caso seja observada alguma alteração, se necessário, o especialista solicitará exames para auxílio diagnóstico.
Exame complementar para diagnóstico do Glaucoma onde é avaliado o canal pelo qual escoa o humor aquoso, que é o líquido responsável pela manutenção da pressão intraocular.

É um exame indolor, realizado após a instilação de uma gota de colírio anestésico para maior conforto, e que utiliza uma lente própria (lente de três espelhos) para a sua realização.
Exame não invasivo, que visa estudar as estruturas das regiões posteriores do olho, tais como os vasos sanguíneos, o vítreo e o nervo óptico.

Requer a dilatação da pupila, o que irá limitar a visão para leitura, durante aproximadamente 6 horas. O procedimento é fundamental para o acompanhamento de pessoas diabéticas, hipertensas, glaucomatosas e míopes.
Exame indolor, que fotografa as células da camada mais interna da córnea, conhecida como endotélio, permitindo a análise quantitativa e qualitativa das células da mesma. (Formato, tamanho, número das células).

Utilizado em pré-operatório de cirurgia intra-oculares em geral, tais como na cirurgia de Catarata, de Glaucoma, de Transplante de córnea, assim como nas doenças propriamente ditas da córnea.

A grande importância desse método é permitir uma avaliação de como deverá se comportar a córnea perante uma agressão cirúrgica.
Exame que mede a espessura da córnea. Indispensável na avaliação de cirurgias refrativas, já que a cirurgias a laser irão remodelar a córnea através da remoção de finas camadas de tecido.

Útil no acompanhamento dos usuários de lentes de contato e em diversas alterações oculares, tais como no diagnóstico do Glaucoma.
Realizado com o Retinografo.

O exame é a documentação fotográfica através de câmera digital das estruturas da porção posterior do globo ocular.

Realizado com dilatação pupilar.
Exame invasivo, realizado sob midriase, no qual injeta-se a fluoresceína sódica em acesso venoso (veia do antebraço), e documenta-se através de câmera digital, o trânsito do “corante” na circulação sanguínea de estruturas intra-oculares.

A fluoresceína sódica pode provocar algumas reações adversas, que não são freqüentes, como dor local caso haja extravasamentos do contraste, náuseas (15%), vômitos (0,3%), muito comuns em jovens.

Raras são as reações alérgicas como coceira, vermelhidão local, edema de laringe, broncoesoasmo e trombolflebite.

O contraste é eliminado do organismo em torno de 24 horas, pelo fígado e rins, alterando a coloração da urina e pele nesse período. Não pode ser realizado em pacientes com alergia à Iodo e em gestantes.

Após dilatação das pupilas, há o posicionamento do paciente no aparelho, sendo em seguida feita a injeção do contraste em poucos segundos. Fotos seqüenciais serão tiradas para permitir o estudo das alterações. O procedimento é indicado no estudo de doenças da Retina, Coróide e Nervo óptico, doenças como Retinopatia Diabética, Degeneração Macular relacionada à idade (DMRI), Distrofias e degenerações retinianas e de coroide, doenças oclusivas vasculares entre outras.

Fotos seqüenciais serão tiradas para permitir o estudo das alterações. O procedimento é indicado no estudo de doenças da Retina, Coróide e Nervo óptico, doenças como Retinopatia Diabética, Degeneração Macular relacionada à idade (DMRI), Distrofias e degenerações retinianas e de coroide, doenças oclusivas vasculares entre outras.
Tecnologia moderna de imagem diagnóstica de alta resolução, que utiliza o princípio de interferometria de baixa coerência e por meio de cortes na estrutura ocular permite a observação tecidual de maneira não invasiva.

É baseado na análise digital da estrutura da retina e coriocapilar, como se fosse um corte histológico da mesma, mostrando suas várias camadas, a partir da leitura da reflexão de uma luz infra-vermelha projetada no fundo do olho, por meio de uma fonte superiluminescente de diiodo.

O computador transforma as informações em gráficos, tabelas programas de análise e comparação de dados obtidos com exames normais e imagens coloridas, que são armazenadas e utilizadas de acordo com a indicação do exame. É indicado para estabelecer diagnóstico de inúmeras patologias (como retinopatia diabetica, degeneração macular relacionada a idade, buraco macular, etc…), avaliar um curso clínico, e monitorar a eficiência de tratamentos.

O exame é realizado após a dilatação da pupila e o posicionamento do paciente no aparelho. As imagens da estrutura a serem examinadas são obtidas sem injeção de contrastes. Trata-se de um exame indolor e confortável.
O exame é realizado através dos seus efeitos fotoquímicos e térmicos sobre o tecido retiniano e subjacente. Objetiva obter controle das patologias oculares descritas.

É um procedimento ambulatorial no qual o paciente é posicionado no aparelho após dilatação pupilar e anestesia tópica com colírios, e são realizados os “disparos” com características especificas para cada doença.

Indicado como procedimento terapêutico realizado para tratamento de inúmeras patologias retinianas como a Retinopatia e a maculopatia diabética , doenças vasculares retinianas, Membranas neovasculares sub-retinianas, degenerações periféricas de retiniana (muito freqüente nos míopes), descolamento de Retina entre outras.
Exame indolor, que consiste na apresentação de estímulos luminosos em diferentes regiões do campo de visão, para que sejam percebidos pelo paciente.

Visa analisar se há alterações no campo visual, muitas vezes, não percebidas pelo paciente. Quando presentes, essas alterações podem ter aspectos característicos para cada tipo de patologia ocular.

É um método que depende fundamentalmente da informação do paciente. Importante no diagnóstico e acompanhamento do Glaucoma e diversas outras patologias oculares e sistêmicas.
Trata-se de um procedimento auxiliar, utilizado para o diagnóstico de algumas alterações maculares e do nervo óptico.

Dentre as alterações mais comuns está o Daltonismo, cujo diagnóstico pode ser estabelecido pelo Teste de Visão de Cores.
Teste que avalia a função lacrimal, ou seja, a produção de lágrimas.

Realizado com a utilização de tiras de papel semelhantes ao papel de filtro, que ao serem posicionadas em contato com a conjuntiva ocular irão permitir a medição da quantidade de lágrimas produzidas.
É a medida da pressão intra-ocular. É um exame rápido, realizado após a instilação de colírio anestésico, e tem como objetivo principal avaliar se a pressão está dentro de valores considerados ideais, para preservação da saúde do nervo óptico.
Equipamento utilizado é o Ecobiômetro Ultrascan. O exame baseia-se na emissão de ondas de ultram-som, as quais penetram nos tecidos oculares e geram ecos ao atingirem estruturas intra-oculares.

Não é necessário dilatação pupilar . É indicado na presença de opacidades das estruturas oculares que impedem a visualização direta do fundo do olho, entre elas: catarata madura, hemorragia vítrea, opacidades da córnea, dilatação inadequada da pupila, entre outras.

Tem indicação também para a avaliação e acompanhamento de lesões tumorais e estruturas orbitárias ( nervo óptico, musculatura ocular extrínseca e gordura orbitária).
O exame de curva tensional diária é realizado para o estudo do comportamento da pressão ocular durante o dia. É indicado no diagnóstico do glaucoma e no acompanhamento de seu tratamento, e pode ser associado à gonioscopia, para estudo da anatomia interna do segmento anterior do olho.

Nesse tipo de exame, não é necessário acompanhante nem jejum. Não há dilatação da pupila e, por isso, podemos dirigir em seguida. A duração do exame é longa (das 07:30h às 17:00h aproximadamente).
A biometria por interferometria de coerência óptica IOL Master), que apresenta uma precisão 5 vezes maior que a biometria ultrassônica

A outra grande vantagem é que a biometria realizada pelo IOL Master é independente tanto do examinador, pois é uma biometria de não contato, quanto da posição do contato da sonda, o que não ocorre na biometria ultrassônica. Pelo fato de ser de não contato, proporciona maior conforto para o paciente e não apresenta risco de provocar erosão de córnea.

A biometria realizada com o IOL Master fornece maior precisão em diversas situações em que a biometria convencional ultrassônica não é tão precisa.
Exame ecográfico computadorizado necessário para se determinar, entre outras coisas, o grau da lente intraocular a ser implantada durante a cirurgia da catarata.

Nesse tipo de exame, não é necessário acompanhante, nem jejum. Não há dilatação da pupila e, por isso, podemos dirigir em seguida. A duração é de 15 minutos, em média, e o resultado é entregue na hora.
Ceratoscopia Computadorizada também é chamada de Topografia da Córnea, é o exame que mostra, ponto a ponto, as variações da curvatura corneana, permitindo o diagnóstico de patologias (a mais comum é o ceratocone) da superfície da córnea. É também muito utilizado para a adaptação de lentes de contato.

A Ceratoscopia Computadorizada ou topografia corneana é indicada para os seguintes casos: ceratocones, astigmatismos irregulares, pré-operatório das cirurgias refrativas, controle de retirada de pontos nos transplantes de córnea. No último caso, dependendo da evolução do astigmatismo residual induzido pelo transplante de córnea, às vezes são necessárias algumas topografias com mais freqüência, dependendo de cada caso.